Aconteceu sábado dia 16 de novembro, no centro de reuniões Jamachi - sede da ACORJUVE, a apresentação dos jovens que iniciaram os cursos de qualificação profissional nas áreas de Beleza e Instalações elétricas, ao todos são 30 jovens das diversas comunidades do PAE Juruti Velho. Estiveram presentes pais e responsáveis para conhecer os cronogramas dos cursos.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
FALTA DE ENERGIA PREJUDICA MAIS DE 4 MIL PESSOAS NA VILA MUIRAPINIMA
A alegria dos moradores dos
bairros Central, Alegre, Castanheira e Prainha durou pouco...
Há
04 dias, os mais de quatro mil moradores da Vila Muirapinima, na região de
Juruti Velho, estão sem energia elétrica. Até o momento a população ainda não
sabe o real motivo do problema. Alguns acreditam que o gerador foi danificado
em virtude da qualidade do óleo diesel usado para garantir o funcionamento da
máquina, outros, pela falta de qualificação e de capacitação do profissional responsável
pela manutenção do mesmo.
O
gerador que abastece a vila e que foi adquirido pelo governo municipal, após
diversas solicitações dos moradores, e entregue à Vila Muirapinima no dia 23 de
outubro deste ano. Com o não funcionamento do máquina, a vila toda encontra-se
sem energia elétrica, com exceção de alguns que possuem gerador próprio. A situação
tem causado diversos prejuízos, principalmente aos comerciantes da vila que
todos os dias são obrigados a jogar no lixo dezenas de alimentos perecíveis,
que necessitam de refrigeradores para garantir a qualidade.
“Os fregueses reclamam porque o refrigerante está quente.
Antes a pessoa chegava ao comércio e levava pra casa dois, três frangos. Hoje
ela não pode fazer isso porque não tem como conservar o alimento. Nós,
comerciantes, também não podemos comprar muitos produtos para abastecer nossos
estabelecimentos. Diminuímos a quantidade de peixe e de carne. O governo
precisa ter mais responsabilidade com a população da Vila Muirapinima. Aqui já
é uma cidade. Só perdemos para Juruti Novo”, ressalta o comerciante João
Pimentel.
Antes
da entrega do atual gerador, a vila era abastecida por outros dois menores, que
foram desativados com a chegada do novo.
“A gente
percebe que está faltando o administrador do distrito dar uma explicação aos
consumidores. A vila recebeu um gerador novo, mas não sabemos se o problema
realmente é o que está sendo comentado. Alguns dizem que o problema foi
provocado pela qualidade do óleo diesel, outros dizem que a pessoa que opera a
máquina não recebeu o treinamento adequado”, destaca o professor Genildo
Pereira.
O professor
também está preocupado com o andamento das aulas do ensino médio regular, que
iniciaram recentemente, e que foram interrompidas por causa da falta de energia
na escola. “As aulas estavam programadas para encerrar em 2016, mas essa data
deve ser adiada”, lamenta. Genildo Pereira elenca ainda outros problemas que os
moradores da Vila Muirapinima estão enfrentando em virtude da falta de energia
elétrica. “À noite, além dos carapanãs, que podem causar problemas de saúde, a
escuridão também ameaça a segurança pública”, ressalta o educador. As aulas das
escolas da rede municipal, que à noite são reservadas aos alunos da EJA –
Educação de Jovens e Adultos estão suspensas.
Por sorte, a
Unidade de Saúde da Vila Muirapinima, que é referência na região de Juruti
Velho, tem gerador de energia próprio. Caso contrário, até o atendimento de
saúde seria prejudicado. A energia elétrica do DPM – Departamento de Polícia
Militar da Vila Muirapinima tem sido fornecida por um dos comunitários, para
que o trabalho desenvolvido pelos policiais militares e agentes comunitários
não seja interrompido.
O fornecimento
de água também não sofre nem um problema porque os microssistemas que garantem
o abastecimento das famílias possuem gerador de energia.
A revolta dos
moradores é por causa da falta de comunicação por parte do governo municipal,
que não informa a verdadeira causa da interrupção no fornecimento de energia e
nem fala sobre as providências que estão sendo tomadas para resolver o
problema.
PÉ DE PINCHA GARANTE REPOVOAMENTO DE QUELÔNIOS NO LAGO JURUTI VELHO
Há dez anos, a
Universidade Federal do Amazonas auxilia comunitários de Juruti Velho na
preservação de quelônios, ajudando tirar da extinção diversas espécies.
Durante muitos anos, a captura de
quelônios para a alimentação e para a comercialização foi uma atividade
constante na vida de moradores de diversas comunidades que formam a região de
Juruti Velho, no município de Juruti/PA. Atividade essa que reduziu
drasticamente a população de quelônios. Com o passar dos anos, os próprios
moradores foram percebendo que a captura dos quelônios estava se tornando uma
atividade difícil, que a quantidade de animais estava diminuindo. A fim de
reverter essa situação, moradores de Juruti Velho foram em busca de ajuda e
encontraram no Projeto Pé-de-Pincha uma alternativa que, ao longo de dez anos, tem ajudado a garantir
o repovoamento de quelônios no lago da região.
O projeto Pé-de-Pincha foi criado no
ano de 1999 por comunitários do município de Terra Santa/PA e por pesquisadores
da Universidade Federal do Amazonas – UFAM. O nome do projeto refere-se às
pegadas do Tracajá (Podocnemis unifilis)
que na areia ficam o formato de “pinchas” (tampinha de refrigerantes de
garrafas de vidro). O Pé-de-Pincha tem como missão preservar e conservar as
populações de quelônios da Amazônia, bem como realizar trabalhos sociais com as
comunidades ribeirinhas. Atualmente, o Pé-de-Pincha está presente em 15
municípios.
“Nós temos alcançado resultados
maravilhosos. No contexto geral já fizemos a soltura de mais de um milhão de
filhotes. É muito bom, é muito satisfatório. Muita gente que chegou criança
para participar do projeto hoje em dia já é adolescente, adulto, e tem repassado
a mensagem da conservação para as gerações. A gente vê os resultados. O lago tá
repovoado. Se você perguntar para as pessoas como era esse local antes e como
está depois da chegada do projeto você vai perceber que há muitas diferenças.
Em locais onde praticamente não havia mais quelônios, hoje em dia você encontra
bastante. E isso é muito engrandecedor”, declarou Cléo Ohana, engenheira
florestal, integrante da coordenação do Pé-de-Pincha.
No município de Juruti, o Pé-de-Pincha
atua desde o ano de 2003, beneficiando dezesseis comunidades da região de Juruti
Velho. Nesses quase dez anos de atividades os comunitários, com o auxílio dos
profissionais da UFAM, já depositaram nas águas do Lago Juruti velho mais de 32
mil quelônios. A iniciativa, além de garantir o repovoamento do lago, evita a
extinção de diversas espécies de quelônios.
O trabalho dos comunitários começa no
mês de setembro, época da desova dos quelônios. Os animais encontram nas praias
formadas nas margens do lago Juruti Velho o local ideal para depositar os ovos,
que, posteriormente são recolhidos por moradores e colocados em chocadeiras
naturais, também nas margens do lago, mas em locais protegidos da ação de
predadores, principalmente do homem. O nascimento dos animais acontece dois
meses depois. Após o nascimento, os quelônios recebem tratamento adequado até
completarem sete/oito meses, para então ser soltos nas águas do lago.
O dia
dedicado à soltura dos quelônios começa com um grande ritual. No mês de
setembro, a equipe da VOX GREEN acompanhou o trabalho do Pé-de-Pincha
desenvolvido na comunidade Surval, em Juruti Velho. Um ritual, que mobiliza
toda a comunidade, antecede a soltura dos animais. Na capela dedicada a Nossa
Senhora do Livramento, comunitários realizam a celebração da vida. Na frente do
altar, uma bacia cheia dos pequenos animais é colocada a fim de receber a
proteção divina.
Após a
celebração, vem a segunda parte da programação, que acontece no barracão
comunitário. Na oportunidade, os moradores que participam ativamente do projeto
recebem certificados pelos trabalhos prestados à natureza. Aos demais são
repassadas orientações que vão auxiliá-los no combate à captura ilegal de
quelônios no lago Juruti Velho.
A terceira
e última etapa do ritual acontece às margens do Lago Juruti Velho. É quando os
pequenos animais são conduzidos por moradores ao seu novo lar. As crianças são
as mais entusiasmadas. Desde pequenas elas participam do Pé-de-Pincha e
aprendem o quanto é importante preservar a natureza. Nesta etapa, a comunidade
Surval soltou 1.158 quelônios de várias espécies.
A parceria
com a ACORJUVE – Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho tem sido
primordial para que o Pé-de-Pinha alcance seu principal objetivo. Boa parte da
estrutura necessária para o desenvolvimento das atividades do projeto nas
comunidades da região é cedida pela ACORJUVE. Na comunidade Surval, o
comunitário Reginaldo Souza Guerreiro, é um dos que percorrem a região reunindo
com moradores e repassando uma série de orientações a fim de preservar o lago e
garantir a permanência dos quelônios. “Através do diálogo a gente vai
conquistando muita gente. Mas, infelizmente, muitas pessoas ainda não têm essa
consciência de preservar, querendo só destruir”, lamenta o comunitário, que faz
parte da diretoria da ACORJUVE.
Um dos problemas que a região enfrenta
para a preservação dos quelônios é a falta de fiscalização. “Precisamos de
agentes ambientais voluntários para fazer a fiscalização e com isso não deixar
que o trabalho seja prejudicado”, declarou o engenheiro de pesca Alex Leão,
integrante do Pé-de-Pincha.
“O papel da comunidade é inspecionar,
fiscalizar, evitar que as pessoas coletem os ovos dos locais protegidos. Muita
gente só pensa em pegar os ovos e os quelônios para comer, sem se preocupar com
a preservação dos animais. O trabalho não para, é contínuo, muita vigilância”,
informou o coordenador do Pé-de-Pincha na comunidade Surval, Davi Assunção
Matos.
Em 2014
haverá nova soltura de quelônios no Lago Juruti Velho. De acordo com Davi
Assunção, neste ano já foram recolhidos mais de 50 ovos de quelônios só na
comunidade Surval. “No ano que vem a nossa meta é soltar pelo menos três mil
quelônios”, informou o coordenador.
ANO
|
QUANTIDADE
|
2003
|
1.527
|
2004
|
1.755
|
2005
|
3.109
|
2006
|
4.320
|
2007
|
3.697
|
2008
|
3.193
|
2009
|
1.630
|
2010
|
4.410
|
2011
|
5.061
|
2012
|
3.753
|
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
PRESERVAR HOJE, PARA TER O FUTURO MELHOR AMANHÃ
CONVITE
A comunidade do SURVAL, região PAE juruti-velho, convida você para participar da festa de 10 anos de implantação do PROJETO PÉ DE PINCHA e soltura de tracajás.
DATA: 14 DE SETEMBRO 2013 LOCAL: COMUNIDADE SURVAL.
PROGRAMAÇÃO
As 8h Celebração em Ação de Graças.
As 9h Palestram com assessoria dos membros da equipe do projeto pé-de-pincha – UFAM- em seguida soltura de tracajás e entrega de certificado aos participantes da referida comunidade.
As 11h Apresentação das garotas pé-de-pincha, com premiação do 1º ao 3º colocado.
Cada comunidade onde há o projeto, trazer uma garota para o desfile.
.As 13h - Inicio do torneio nas categorias masculino e feminino.
PREMIAÇÃO DO TORNEIO MASCULINO
PREMIAÇÃO DO TORNEIO FEMININO
#1º colocado R$100,00 - 2º colocado R$50,00 - 3º colocado 1fardo de refrigerante.
OBS: AS EQUIPES SERÃO FORMADAS POR 05 JOGADORES/AS.
Durante o dia haverá leilões de galinha caipira e muito som ao vivo
E as 14 h direto de Parintins, SHIRLEY a musa do bolero ao vivo
A noite grande embalo dançante com as bandas:
ELITE, PANCADÃO, AMOR PAIXÃO, DM SHOW. Até as 03h da manhã
Venha participar vai ser imperdível!
Haverá serviço de bar e restaurante e segurança policial.
O SURVAL PROMOVE E VOCÊ PARTICIPA!
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
MONITORAMENTO DO PROJETO PILOTO DE CRIAÇÃO DE PEIXES

AVALIAR: VER MAIS CLARO PARA CAMINHAR MAIS LONGE...
MANDATO COLETIVO
Rever nos permite ver de novo a caminhada feita. É consciência, hoje, de como agimos ontem, para melhor agir amanhã. Rever a caminhada nos permite perceber as forças e as oportunidades que tivemos para construir um processo de mudança para melhor. Mas é necessário perceber as fraquezas que persistem como desafios, que precisamos enfrentar.
Neste momento é que, nós nos propusemos a entender e aprofundar o trabalho de coletividade e saber que cada conquista realizada depende de muitos e muitas
Uma sexta feira diferente, os secretários e vereador parou, para ouvir o povo que os elegeram e confiam no trabalho que vem sendo desenvolvido por estes.
Neste momento é que, nós nos propusemos a entender e aprofundar o trabalho de coletividade e saber que cada conquista realizada depende de muitos e muitas
Uma sexta feira diferente, os secretários e vereador parou, para ouvir o povo que os elegeram e confiam no trabalho que vem sendo desenvolvido por estes.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
CRIAÇÃO DE GALINHAS E DE PEIXES EM GAIOLAS – ALTERNATIVA QUE PODE MUDAR A VIDA DE COMUNIDADES DA REGIÃO DE JURUTI VELHO
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Dona Ester Pereira
|
Juruti Velho, a cerca de 03h de barco do porto de Juruti, Oeste do Pará, é uma região composta por 51 comunidades, onde vivem aproximadamente 9 mil pessoas. Tem atraído a atenção de turistas de várias partes do Brasil e do exterior por suas belezas naturais, que mostram o potencial turístico que a região oferece. As águas escuras que banham Juruti Velho revelam grande atrativo no período de setembro a fevereiro: belas praias de areia branca e de água cristalina, que podem ser encontradas com facilidade em quase todas as comunidades que formam a região. Mas tanta beleza esconde uma triste realidade: capturar o peixe para a alimentação do dia a dia dos comunitários não é nada fácil. A escassez do produto tem levando muitos moradores a investir em outras atividades, como a criação de peixe em gaiola flutuante e a criação de galinha. A iniciativa faz parte de um projeto denominado ACORJUVE Sustentável, criado pela Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho.
Há dois anos, a rotina de dona Ester de Matos Pereira, que mora na comunidade Monte Moriá, tem sido a mesma: acordar cedo, preparar o café para o marido e cuidar das galinhas que cria no quintal. A criação de aves foi alternativa encontrada por ela para conseguir um dinheiro a mais, haja vista que a produção de derivados da mandioca, como a farinha e o beiju, não estava sendo suficiente para gerar a renda necessária para a manutenção da família e da pequena propriedade, que fica às margens do lago Juruti Velho.
O casal recebe frequentemente a vista de pessoas de várias partes do município de Juruti, interessadas nas galinhas criadas por dona Ester. Segundo ela, a criação dá muito trabalho, mas os resultados são satisfatórios. Em 2012, dona Ester recebeu da Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho – ACORJUVE uma importante contribuição que fortaleceu ainda mais a atividade. Com recursos oriundos da associação, ela construiu um novo galinheiro e recebeu 50 pintos. Dona Ester explica que depois de 03 meses as aves estão no ponto de abate. Cada frango é vendido a um preço que varia de R$ 20,00 a R$ 25,00. Alguns chegam a pesar cerca de 02 quilos.
Nos próximos meses, o casal de comunitários pretende preparar um local especial para investir na produção de ovos.
Hoje, dona Ester cuida de aproximadamente 100 aves, que estão no ponto de ser comercializadas. As galinhas são alimentadas duas vezes ao dia, pela manhã e tarde. Diariamente, são necessários 15 quilos de ração ou de milho para alimentá-las.
Enquanto dona Ester cuida das aves, o esposo dela, seu José, trabalha na produção de mudas de espécies nobres, como o Cumaru. As mudas produzidas por ele são usadas no reflorestamento do local onde moram. O casal ainda cultiva árvores frutíferas que, em breve, estarão produzindo e gerando mais uma alternativa de renda.
Gaiolas flutuantes para criação de peixes, como o tambaqui
Hoje, 25 comunitários de Juruti Velho estão investindo na criação de galinha. E esse número deve aumentar, pois outros moradores estão mostrando interesse em desenvolver a atividade, que tem se apresentado como uma boa fonte de renda.
Além da criação de galinha, alguns produtores também apostam na produção de hortaliças e na criação de peixe em gaiola flutuante.
A proposta de criação de peixe em gaiola surgiu no ano passado. Em 2012, alguns moradores de Juruti Velho participaram de treinamento e receberam orientações para desenvolver a atividade. Na oportunidade, os comunitários ficaram entusiasmados e apostaram na idéia. Em janeiro de 2013, trinta e duas pessoas começaram a colocar em prática os conhecimentos adquiridos e, com o apoio da ACORJUVE, estão criando peixes da espécie tambaqui, em gaiolas colocadas no lago Juruti Velho.
As gaiolas são construídas em madeira, encontrada na própria região, e forradas com uma espécie de tela. Recipientes de plástico fixados nas bordas das gaiolas garantem a flutuação. “Apresentamos aos comunitários um material acessível. Tanto a madeira quanto os recipientes plásticos podem ser encontrados com facilidades, a baixo custo”, destaca a técnica em Recursos Pesqueiros da ACORJUVE, Sara Xavier de Oliveira, que presta assistência aos criadores de peixe.
Na comunidade Capitão, por exemplo, a criação de peixe em gaiola é desenvolvida por dois produtores. Seu Antonio Carlos da Silva Magalhães é um deles. Há pouco mais de dois meses deu início à atividade. Numa pequena gaiola, o comunitário colocou 1000 alevinos de tambaqui, dos quais 500 foram doados pela Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho, que também vai fornecer a alimentação dos peixes até eles completarem 11 meses, ocasião em que estarão aptos para a comercialização. Enquanto aguarda, seu Antonio tem se dedicado ao plantio da mandioca para a produção de farinha e de outros derivados, bem como à plantação de hortaliças, para o consumo próprio.
Cada gaiola mede pouco mais de 7m³ e é suficiente para manter os 1.000 alevinos confortáveis durante os primeiros 04 meses. Depois, há a necessidade de mais gaiolas para dividir a quantidade de peixes. Com espaço suficiente, o tambaqui adquire peso e tamanho ideais para comercialização. Regulamente, a técnica em recursos pesqueiros, Sara Xavier, visita os produtores, fazendo o acompanhamento da criação.
Seu Antonio fornece o alimento aos peixes, à base de ração balanceada, três vezes ao dia. Por semana são necessários 03 quilos de ração. Quanto à atividade, o comunitário está muito confiante. Para capturar o peixe usado na alimentação de sua família, composto pela mulher e por onze filhos, seu Antonio precisa ir às margens do rio Amazonas, que fica distante da região, e passar horas pescando. Com a criação, que em breve estará pronta para ser comercializada, o comunitário vai aproveitar uma boa parte para alimentar a família.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
STTR SANTARÉM INVESTINDO NA FORMAÇÃO DOS SINDICALIZADOS
O sindicato dos trabalhadores/as rurais de Santarém tem tido a preocupação em capacitar trabalhadores/as rurais com objetivo de fortalecer a luta sindical e implementar a agricultura familiar sustentável e solidário. Na conclusão dos curso...s os participantes visitarão experiências que vem sendo desenvolvidas na região Oeste do Pará. No período de 23 a 30 de agosto a ACORJUVE, através do Projeto Acorjuve Sustentável receberá 09 participantes do curso, oriundos de diversas regiões de Santarém: Lago Grande, Curuá Una, Várzea e Arapinuns. A equipe permanecerá 07 dias acompanhando os trabalhos nas comunidades que o PAS vem sendo desenvolvidos e no Projeto piloto na sede da ACORJUVE - Vila Muirapinima.
ESTER MULHER DE CORAGEM
Mulher de coragem encara os desafios e faz a vida acontecer.
Dona Ester Matos juntamente com seu esposo seu José, moradores da comunidade Moriá - JV, sempre determinados a conseguir seus objetivos, ela é uma das primeiras a participar do Pr...ojeto Acorjuve Sustentável, iniciou com 50 bicos, de onde tira seu sustento. Domingo (18/08) estivemos na residência de dona Ester, sempre alegre, nos acolheu com uma mesa farta, ela nos contou como tem sido desafiador e satisfatório trabalhar com criação de galinhas.
Dona Ester Matos juntamente com seu esposo seu José, moradores da comunidade Moriá - JV, sempre determinados a conseguir seus objetivos, ela é uma das primeiras a participar do Pr...ojeto Acorjuve Sustentável, iniciou com 50 bicos, de onde tira seu sustento. Domingo (18/08) estivemos na residência de dona Ester, sempre alegre, nos acolheu com uma mesa farta, ela nos contou como tem sido desafiador e satisfatório trabalhar com criação de galinhas.
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