segunda-feira, 8 de abril de 2013
COMUNIDADE PAU D'ARCO CELEBRA 09 ANOS DE FUNDAÇÃO DA ACOJUVE
COPA DOS CAMPEÕES DO PAE JURUTI VELHO
Equipe feminino da comunidade Capiranga
Para o presidente da ACORJUVE, Gerdeonor P. dos Santos o campeonato é muito postivo, pois atraves do esporte é possivel fazer novas amizades, fazer a interação das comunidades e envolver as familias em uma atividade que proporciona saude e qualidade de vida. Atreves do esporte é possivel juntar homens e mulheres em um só objetivo e o que é melhor é envolver jovens nestas atividades e descobrir novos talentos.
III COPA DOS CAMPÕES 2013
Inciou neste sabado 06 de abril, a terceira copa dos campeões versão 2013. A copa tem a iniciativa da ACORJUVE e é coordenada pela diretoria de esposte, cultura e lazer com a colaboração dos presidentes dos clubes das caomunidades da região Juruti Velho
A copa tem como objetivo proporcionar espaço de lazer e qualidade de vida para os moradores do PAE, para o diretor de Esporte, cultura e lazer da ACORJUVE Carlos Assunção a proposta da copa é uma das grandes iniciativas, uma vez que, todos se envolvem homens, mulheres, crianças e jovens.
segunda-feira, 25 de março de 2013
CAPACITAÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROJETO ACORJUVE SUSTENTAVEL REGIÃO DO MIRI
Beneficiários das comunidades: Alemanha, Miri Centro, Diamantino, Rio Jordão e Santa Rita
Assessoria Equipe do projeto: Cleuton Xavier, Agostinho e Sara
Pratica na propriedade do Nazareno participante do projeto piloto
Nazareno: Hoje ele colabora com a equipe dando depoimento de sua experiencia
sábado, 23 de março de 2013
ACORJUVE SUSTENTAVEL
Iniciou ontem, 22 de março na comunidade Alemanha, região do Miri, mais uma capacitação do projeto ACORJUVE Sustentavel, participam 30 comunitários, a assessoria é do Assessor técnico Agostinho Guimarães com a colaboração do coordenador do projeto Cleuton Xavier e Sara Oliveira, o curso tem a duração de três dias.
ACORJUVE 09 ANOS DE LUTAS E CONQUISTAS
Há
nove anos era fundada a ASSOCIAÇÃO DAS COMUNIDADES DA REGIÃO DE JURUTI VELHO-
ACORJUVE
Fundar ACORJUVE não foi simples, pois nesse período, as pessoas não acreditavam que queríamos fazer uma entidade diferente das que já existiam. A ACORJUVE foi pensada para o coletivo. As pessoas só pensavam no individual.
Fundar ACORJUVE não foi simples, pois nesse período, as pessoas não acreditavam que queríamos fazer uma entidade diferente das que já existiam. A ACORJUVE foi pensada para o coletivo. As pessoas só pensavam no individual.
Durante
06 meses foram realizadas reuniões em cada uma das comunidades da região. Em
algumas não fomos bem recebidos, pois os moradores pensavam que estávamos
fazendo campanha eleitoral. Outros afirmavam que queríamos vender nossas terras
para os alemães. Mas na verdade, íamos às comunidades falar da associação, que
seria diferente de todas as que já existiam: uma entidade coletiva. A
luta não foi fácil. Tinha dia, que íamos à comunidade falar sobre coletividade
do trabalho, decisões em grupos; no outro vinha ALCOA prometendo emprego,
desenvolvimento, dando brindes como camisas, cestas básicas. Era uma queda de
braço todos os dias.
Mas com muita luta, chegamos ao nosso objetivo, e no dia 21 de março de 2004, no centro Tabor com cerca de 3.000 pessoas reunidas fundamos a ACORJUVE. São 09 anos de luta, dedicação, compromisso, sofrimento, decepções, alegrias.
Não esperamos reconhecimento, pois muitos querem sempre mais, mas estamos fazendo e cuidando daquilo que nos foi confiado. Rui Moura morador da comunidade Uxituba lembra que as associações que foram criadas antes da ACORJUVE não tinham a conquista da terra como prioridade, e que ele sempre será um tijolo nesta construção. Destaca que as pedras que são atiradas, machucam e por muitas vezes deixam cicatriz, mas a cura deve está no compromisso, na coragem, na sabedoria de fazer a coisa certa. E nós estamos tentando fazer a coisa certa. E com seu apoio vamos conseguir.
Mas com muita luta, chegamos ao nosso objetivo, e no dia 21 de março de 2004, no centro Tabor com cerca de 3.000 pessoas reunidas fundamos a ACORJUVE. São 09 anos de luta, dedicação, compromisso, sofrimento, decepções, alegrias.
Não esperamos reconhecimento, pois muitos querem sempre mais, mas estamos fazendo e cuidando daquilo que nos foi confiado. Rui Moura morador da comunidade Uxituba lembra que as associações que foram criadas antes da ACORJUVE não tinham a conquista da terra como prioridade, e que ele sempre será um tijolo nesta construção. Destaca que as pedras que são atiradas, machucam e por muitas vezes deixam cicatriz, mas a cura deve está no compromisso, na coragem, na sabedoria de fazer a coisa certa. E nós estamos tentando fazer a coisa certa. E com seu apoio vamos conseguir.
RADIO COMUNITÁRIA MUIRAPINIMA
Terça feira 26 de março, as 13h, no Centro
de Reuniões Jamachi sede da ACORJUVE, Vila Muirapinima acontecerá a
assessembleia da ASSOCIAÇÃO DA RADIO COMUNITÁRIA MUIRAPINIMA, Apresentadores de
programas, tecnicos de som, direção, assesoria, conselho fiscal e presidentes
das associações membros da ARCM estão sendo aguardados para participarem do
evento. Pauta: elaborar resoluções para o bom funcionamento da emissora.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
POLÍCIA FEDERAL LIBERTA 28 TRABALHADORES DA CONDIÇÃO DE ESCRAVIDAÃO NO PARANÁ
Vinte e oito trabalhadores em condição análoga à escravidão foram localizados em uma fazenda de Inácio Martins, no Centro-Sul do Paraná.
A situação foi descoberta porque um trabalhador conseguiu fugir e denunciou o caso à Polícia Federal (PF).
O grupo vivia em meio à mata nativa e atuava no corte da erva-mate. De acordo com a PF, eles não tinham acesso à assistência médica e as condições de higiene e de alimentação eram inadequadas.
A notícia do jornal Gazeta do Povo.
A notícia do jornal Gazeta do Povo.
Fonte: IHU
OITO MIL METROS CÚBICOS DE MADEIRAS APREENDIDOS EM SANTARÉM
Mais de oito mil metros cúbicos de madeira ilegal,
o que corresponde a 320 caminhões cheios de toras, foram apreendidos ao longo
dos rios Curuatinga e Curuá-Una, a 170 km de Santarém, no oeste do Pará. As informações foram divulgadas
nesta quarta-feira (27) pelo Ibama.
Na ação — uma das primeiras investidas do instituto
desde o início da Operação Onda Verde no estado, em fevereiro —, dezenas de
acampamentos de madeireiros também foram localizados e desmontados no interior
da floresta. Quatro motosserras e dois geradores foram apreendidos, e cinco
portos clandestinos de embarque de toras foram desativados.
Segundo o instituto, esta é a segunda vez em pouco
mais de três meses que o Ibama interrompe atividade madeireira irregular nas
margens do Curuatinga. Em novembro de 2012, os agentes apreenderam 915 toras,
dois tratores e um caminhão na região.
"Estamos rastreando os destinos da madeira
retirada do Curuatinga, os planos de manejo envolvidos nas fraudes que permitem
que ela chegue ao mercado de Belém e vamos responsabilizar as empresas que
financiam todo esse crime ambiental", explica o chefe da Fiscalização do
Ibama em Santarém, o analista ambiental André Gustavo.
Desde o final do ano passado, agentes do Ibama monitoram
de helicóptero o Curuatinga. Na última terça-feira (19), foram localizadas as
novas áreas de estocagem repletas de toras. No mesmo momento que fiscais
ocupavam a extração clandestina, destruíam os acampamentos e apreendiam o
produto florestal irregular, dezenas de balsas vindas de Belém
e dos municípios próximos à capital paraense subiam o rio vazias.
“Elas seguiam em direção aos portos clandestinos
para carregar as toras", revela o analista ambiental Tiago Jara, que
participou da ação. Como não havia flagrante, as balsas foram notificadas a
deixar o local e não mais embarcar madeira no rio Curuatinga. “Não existem
Planos de Manejo Florestais Sustentáveis aprovados nesta região, ou seja, qualquer
madeira saída do Curuatinga é fruto de crime ambiental e será apreendida".
Doação
Parte da madeira apreendida deverá ser doada de imediato à Defesa Civil do Pará, caso a entidade possa retirá-la da mata. O produto florestal que não sair da floresta, cujo acesso é difícil, permitindo sua doação a outras instituições sem fins lucrativos, será destruído pelo Ibama onde se encontra. "A medida é necessária para impedir que os infratores lucrem com o dano ao meio ambiente, porque as toras serão furtadas se ficarem sem vigilância", explica o chefe da Fiscalização.
Parte da madeira apreendida deverá ser doada de imediato à Defesa Civil do Pará, caso a entidade possa retirá-la da mata. O produto florestal que não sair da floresta, cujo acesso é difícil, permitindo sua doação a outras instituições sem fins lucrativos, será destruído pelo Ibama onde se encontra. "A medida é necessária para impedir que os infratores lucrem com o dano ao meio ambiente, porque as toras serão furtadas se ficarem sem vigilância", explica o chefe da Fiscalização.
Fiscalização
A Onda Verde atua em regiões líderes nos índices de desmatamento ilegal na Amazônia Legal. No Pará, três helicópteros e cerca de cem homens combatem a destruição ilegal da floresta amazônica em frentes montadas em Uruará, Anapu e Novo Progresso, no oeste do estado. A operação, que permanecerá todo o ano de 2013 em campo, conta com apoio do Batalhão de Polícia Ambiental do Pará, Ministério do Trabalho e Emprego e Força Nacional. Há mais quatro frentes de ação da Onda Verde, duas no Mato Grosso, uma no Amazonas e outra em Rondônia.
A Onda Verde atua em regiões líderes nos índices de desmatamento ilegal na Amazônia Legal. No Pará, três helicópteros e cerca de cem homens combatem a destruição ilegal da floresta amazônica em frentes montadas em Uruará, Anapu e Novo Progresso, no oeste do estado. A operação, que permanecerá todo o ano de 2013 em campo, conta com apoio do Batalhão de Polícia Ambiental do Pará, Ministério do Trabalho e Emprego e Força Nacional. Há mais quatro frentes de ação da Onda Verde, duas no Mato Grosso, uma no Amazonas e outra em Rondônia.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
FLORESTA AMAZÔNICA SERÁ MAPEADA EM TODA SUA DIMENSÃO
26/2/2013 /
Fonte: Rádio Rural de Santarém
A partir deste ano, a biodiversidade do país começa a ser monitorada de perto com a criação do Inventário Floresta Nacional. A Floresta Amazônica passará por um minucioso mapeamento no segundo semestre deste ano. A iniciativa é do Ministério do Meio Ambiente.
O órgão pretende reunir, até 2016, informações em cerca de 22 mil pontos, sobre todos os biomas brasileiros, inclusive da Amazônia.
A intenção é que as áreas sejam visitadas a cada cinco anos e monitoradas de acordo com a evolução dos recursos florestais existentes, contribuindo assim para elaboração de políticas de uso e conservação das matas.
Um inventário das florestas no Brasil só foi feito uma vez, entre as décadas de 1970 e 1980, ainda assim, mapeando somente os recursos madeireiros disponíveis.
O futuro inventário será voltado para a obtenção de dados como desmatamento, degradação, usos e funções das florestas, biodiversidade e espécies em extinção.
A primeira região amazônica a ser mapeada é conhecida como Arco do Desmatamento, localizada no Pará, Rondônia e Mato Grosso.
Os três estados respondem por 79% dos 35 quilômetros quadrados desmatados na Amazônia Legal em janeiro deste ano, de acordo com o Imazon.
Fonte: Rádio Rural de Santarém
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