quinta-feira, 13 de março de 2014

ENTREGA DO TITULO DA CASA PROPRIA

Iniciou hoje (25/02) pela manhã na comunidade do Pompom - PAE Juruti Velho mais uma etapa de entrega das casas construídas pelo Projeto Habitacional do Governo Federal em parceria com a ACORJUVE, nestes dias serão entregues mais 30 casas nas comunidades Maravilha, Juruti Açu, Vila Muirapinima, Capiranga e Pompom.

DIREÇÃO DA ACORJUVE REUNE COM GERENCIA DA CAIXA


 
Direção da ACORJUVE reuniu segunda feira (17/02/14) com o gerente responsável pelo PNHR da Caixa Econômica Santarém.

 O Objetivo da reunião foi para discutir a inserção do PAE Juruti Velho no Projeto Nacional de Habitação Rural, durante a reunião foi apresentado o Pré Projeto entregue junto a Agencia da Caixa do município de Juruti.
 

quarta-feira, 12 de março de 2014

JUSTIÇA DETERMINA QUE USINA DO RIO MADEIRA REFAÇA ESTUDOS DE IMPACTOS EM RONDÔNIA

quarta-feira, 12 de março de 2014

 Por Kátia Abreu*

A Justiça Federal de Rondônia determinou no início da noite desta segunda-feira (10) em liminar que as empresas responsáveis pela implantação e operação das usinas do rio Madeira e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) refaçam, imediatamente, o estudo e o relatório de impacto ambiental (EIA/Rima) das barragens da hidrelétricas sob pena de perderam a licença de operação.
Para o juiz Herculano Martins Nacif, Rondônia vive uma tragédia devido a enchente do rio Madeira. Ele pediu os novos estudos para confirmar se os impactos ambientais e sociais são decorrentes da elevação das águas nos reservatórios das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau. “Tendo em mira a excepcionalidade do caso a revelar uma verdadeira tragédia vivida pelas populações atingidas no Estado de Rondônia determino a imediata prolação desta decisão”, afirmou.
Usina hidrelétrica Santo Antônio em Porto Velho (Foto: Cley Medeiros)
 
Na decisão, o juiz federal Herculano Martins Nacif, da 5ª. Vara Federal, determinou também que os consórcios Santo Antônio Energia e Empresa Sustentável do Brasil (ESBR) atendam de imediato as necessidades básicas das famílias atingidas pela enchente do rio Madeira sob pena de multa diária de R$ 100 mil.
O juiz atendeu a ação civil pública movida na quinta-feira (06) pelo Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual, pelas Defensorias Públicas da União e do Estado e a Ordem dos Advogados do Brasil seccional de Rondônia.
Desde 2006, as instituições questionavam o EIA/Rima dos empreendimentos e alertavam para o aumento dos impactos ambiental e social no período da enchente do rio Madeira em decorrência das barragens das usinas de Santo Antônio e Jirau.
O rio Madeira enfrenta a maior enchente em 47 anos de medição da hidrologia em Rondônia. Com as chuvas acima do normal, o nível do rio marcou 19 metros nesta sexta-feira (10). Está acima 4 metros da cota de emergência, que é de 15 metros em Porto Velho (RO). Com 16 bairros alagados, a cidade está sob decreto de calamidade pública municipal.
O Corpo de Bombeiros de Rondônia diz que 2.230 famílias foram  deslocadas de suas casas e estão abrigadas na capital. Além de Porto Velho, as cidades de Rolim de Moura, Nova Mamoré e Guajará-mirim sofrem os efeito da cheia.
Segundo a Defesa Civil do Porto Velho, a abertura das comportas das usinas hidrelétricas Santo Antônio e de Jirau diariamente aumentou as inundações em bairros e comunidades localizados nas margens do rio Madeira, as erosões (desbarrancamentos) e os banzeiros (ondas) devido a força das águas liberadas pelas represas.
As duas empresas que operam as usinas negam a influência das obras sobre a cheia. Mas o consórcio Santo Antônio foi denunciado pela ESBR de operar com o nível de 75 metros, o que contraria normas da Agência Nacional das Águas e determinação da Justiça Federal. Com 17 turbinas em operação, Santo Antônio está paralisada desde o dia 18 de fevereiro.
A empresa Santo Antônio nega a denúncia e diz que sempre operou no nível de 70,5 metros, atendendo plenamente a legislação e explicou as consequências do rebaixamento do reservatório. As 17 turbinas em operação estão paradas desde o dia 18 de fevereiro
 
O Ibama e as duas empresas ainda não comentaram a decisão da Justiça Federal.
“É uma decisão histórica. Há tempos que reclamávamos do licenciamento e agora vão ser obrigados a refazer tudo, além de preservar várias famílias alagadas, o meio ambiente, as estradas, o patrimônio”, afirmou o procurador Raphael Bevilaquia, que assina a ação civil pública junto com a procuradora Gisele Bleggi, o promotor de justiça Átila Augusto, a defensora pública federal Mariana Doering, o presidente da OAB, Andrey Cavalcante, e o defensor público estadual, Marcus Edson de Lima.

Reservatórios
Conforme a decisão do juiz Herculano Martins Nacif, as empresas que operam as hidrelétricas do Madeira devem refazer os estudos sobre os impactos de suas barragens com supervisão do Ibama, Iphan, Agência Nacional de Águas, DNIT, entre outros. Os estudos devem ser acompanhados por engenheiros, agrônomos, geólogos, sociólogos e outros especialistas indicados pelas instituições e custeados pelos consórcios.
Martins Nacif disse que as empresas devem refazer o EIA/Rima considerando todos os impactados decorrentes da vazão e o volume histórico do rio Madeira. O estudo deve levar em consideração os aspectos mais relevantes, entre eles, a fauna, o tamanho dos reservatórios, os desbarrancamentos de margens, a população, o patrimônio histórico, lençóis freáticos e estradas afetadas, além das reservas ambientais. Ele deu prazo de 90 dias para as empresas comprovarem à Justiça Federal o andamento do reestudo, “sob pena de suspensão de suas licenças de operação”, diz a decisão.
 
Com relação as famílias atingidas, o juiz Martins Nacif determinou que as usinas de Santo Antônio e Jirau atendem imediatamente as necessidades básicas (moradia, alimentação, transporte, educação, saúde etc.) da população atingida pelas enchentes nas áreas acima das barragens. Segundo o juiz, o auxílio deve ser feito enquanto durar a situação de emergência e até que haja uma decisão definitiva sobre compensação, indenização ou realojamento. As instituições pedem indenização de R$ 100 milhões por dano moral coletivo. “As populações atingidas deverão ser identificadas pelas defesas civis municipal, estadual e federal. As duas hidrelétricas têm prazo de 10 dias para comprovar à Justiça Federal que estão cumprindo este item da decisão liminar”, afirmou.

*Fonte: Amazônia Real

É HORA DA COLHEITA

 Produtores beneficiários do Projeto Acorjuve de Sustentabilidade e de Produção da comunidade Galileia receberam nesta tarde de segunda feira (24/02/14) das mãos do Diretor financeiro da entidade o recurso da primeira remessa de criação de galinhas caipiras comercializadas pela ACORJUVE, durante o repasse os técnicos do PASP agradeceram o empenho dos 10 beneficiários e os parabenizaram pela dedicação e incentivaram a darem continuidade ao projeto, uma vez, que é a primeira colheita, pois, o mercado os espera.

PRONAF 2014

Aconteceu na tarde desta terça (25) as 14h, no centro de reuniões Jamachi, sede da ACORJUVE, a reunião com os agricultores Familiares do PAE Juruti Velho que acessaram o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) p...ara expandir a produção e comprar máquinas e equipamentos, durante a reunião foi exposto a forma de pagamento e as facilidades que cada produtor terá para quitar o investimento adquirido através do credito. Na quinta feira (27) o gerente do Banco da Amazônia de Óbidos entregará os benefícios aos primeiros 60 produtores que já tiveram seus projetos elaborados e aprovados

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

IMAGEM DA COMUNIDADE AÇAILÂNDIA - PAE JURUTI VELHO


NOVAS TURMAS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NA AREA DE INFORMATICA BASICA.


Tudo pronto para o inicio das aulas de qualificação profissional na área de Informática,  dia 01 de fevereiro acontecerá a aula inaugural, as 9h, no centro de reuniões da ACORJUVE
As turmas funcionarão nos horários da manhã, tarde e noite. Aos sábados, as aulas irão até o meio-dia e atenderão conselheiros fiscais, comunitários e diretores da ACORJUVE.

 

CONVITE


ACORJUVE REUNE COM ENTIDADES PARA FIRMAR PARCERIA EM 2014.

.Aconteceu na manhã desta quarta feira (29/01), na sala de reuniões da sede da ACORJUVE uma reunião com a Direção e Assessoria da Associação e representantes da EMATER Juruti, Secr
etaria de Abastecimento, Secretaria de Meio Ambiente e o Representante do Banco da Amazônia Ag. Óbidos, a reunião teve como objetivo confirmar parceria entre ACORJUVE e demais órgãos de assistência técnicas aos créditos na área da agricultura familiar na região do PAE Juruti Velho. Durante a reunião o representante da EMATER e o diretor da ACORJUVE estabeleceram calendário de atendimento aos agricultores familiares que já tiveram suas DAP's aprovadas, o atendimento será no período de 10 a 16 de fevereiro/14 na sede da EMATER na cidade de Juruti. Outra boa notícia foi a de que o Banco da Amazônia estará credenciando técnicos que prestam serviços na secretaria de Abastecimento do município de Juruti e na ACORJUVE.

A PARÁBOLA DOS POÇOS



 Era uma vez um país de poços. Qualquer visitante que chegasse, enxergava somente poços: grandes, pequenos, feios, lindos, ricos e pobres...
Os poços conversavam entre si, mas à distância, porque eram separados por terra seca. Na realidade, quem falava era a boca do poço que ficava ao nível da terra. E como a boca era oca, o poço criava eco, dando uma sensação de vazio, angús...
tia, solidão e tristeza...
Havia poços com bocas muito largas, permitindo receber um monte de coisas. Por mais que suas bocas fossem grandes e recebessem esse monte de coisas, elas continuavam vazias, ressequidas e sedentas, bem como a terra ao seu redor. Nada preenchia aquele vazio que sentiam bem lá no fundo. E NO FUNDO... O POÇO NÃO ESTAVA CONTENTE!
E por falar em fundo... No meio desses poços, havia alguns que se permitiam olhar para o fundo, através das frestas deixadas pelas coisas que eram jogadas em suas bocas. Lá no fundo, existia algo diferente; algo que parecia assustador porque era muito diferente do que eles estavam acostumados a ver. Mas mesmo assim se sentiam impulsionados a descobrir o que era.
Depois de terem passado pelo meio de tantas coisas acumuladas em seu interior, conseguiram ter um leve vislumbre: foi o momento em que perceberam que havia água lá no fundo. Diante desta sensação tão rara, alguns tiveram medo e procuraram evitar o contato. Outros, porque tinham coisas demais abarrotando a boca, esqueceram logo a “sensação do profundo” e se ocuparam novamente com a superfície...
Às vezes, na superfície, algum poço falava desta experiência diferente. Até que houve um poço que, olhando bem para seu interior, entusiasmou-se e quis continuar. Como as coisas que abarrotavam a sua boca o incomodavam, procurou libertar-se delas, lançando-as corajosamente para longe. E o silêncio chegou! E ele começou a ouvir o borbulhar da água lá no fundo e sentir uma paz profunda, viva e duradoura... refrescante e salutar.
Este poço descobriu que sua razão de ser era a vida que se encontrava na profundidade de si mesmo e não na superfície ou na multidão de coisas que antes se acumulavam em sua boca. E SE TORNAVA MAIS POÇO, QUANTO MAIS PROFUNDIDADE TINHA!
Feliz com a descoberta, procurou tirar água de seu interior. Ao sair, a água refrescou a terra seca ao seu redor e tornou-a fértil e boa e as flores começaram a brotar.
A notícia se espalhou e as reações foram diversas: uns se mostraram incrédulos, outros sentiam o impulso por também fazer a experiência do profundo de si mesmo. Mas muitos desprezaram a novidade difícil. Era mais fácil deixar tudo como estava; ficar na superfície era mais cômodo...
Sem dúvida, alguns tentaram fazer a experiência e começaram a libertar-se dos objetos inúteis que abarrotavam sua boca e igualmente encontraram água em seu interior. A partir de então, as surpresas aconteceram: por mais água que se retirasse para regar ao redor, o poço não se esvaziava! E aprofundando ainda mais, descobriram que: ELES ESTAVAM UNIDOS ENTRE SI POR ALGO EM COMUM : A ÁGUA ERA A MESMA! E começou uma comunicação profunda, porque as paredes dos poços deixaram de ser limites...
Mas a descoberta mais sensacional veio depois: A ÁGUA QUE LHES DAVA VIDA VINHA DE UM MESMO LUGAR: O MANANCIAL...
O manancial estava bastante longe: na montanha que dominava o País dos Poços. A montanha estava sempre lá: majestosa, serena, pacífica! E com o segredo da vida em seu interior. Algumas vezes apenas visível entre as nuvens; outras vezes radiante de esplendor...
O manancial não tinha sido percebido antes, porque os poços se preocupavam somente com sua superfície. A partir da nova descoberta, trabalhavam por aumentar seu interior, crescendo em profundidade para que o manancial chegasse mais facilmente... E A ÁGUA QUE TIRAVAM DELES TORNOU A TERRA BELA.
Enquanto isso, lá fora, os que não faziam a experiência do profundo, continuavam a aumentar sua boca, procurando inutilidades para preencher o vazio... 

 Desconhecemos o autor