Cosntrução do barracão comunitário da comunidade Açaí, uma parceria ACORJUVE e comunidade.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
JOVENS TRILHANDO AS PROPOSTAS PARA O PLANEJAMENTO DA ACORJUVE 2013
Jovens do Seminários reuniram em grupos para elaborar propostas de atividades para seram implementadas pela Associação no trienio 2013 a 2015.
Mistíca do dia 24 de novembro.
PRIMEIRO SEMINÁRIO DA JUVENTUDE DE JURUTI VELHO
Com o tema Juventude Trilhando Novos Rumos para o PAE Juruti Velho, aconteceu nos dias 23 e 24 de outubro, no Centro Catequético na Vila Muirapinima, Juruti Velho o primeiro Seminário da Juventude promovido pela ACORJUVE, 68 jovens representado as 08 regiões do PAE estiveram participando. Durante o seminário foi socializado a história da fundação Acorjuve, a importância da participação das irmãs de Maristela, o empenho, a motivação e a dedicação das irmãs Brurnildes e Fatima e da Missionária Tamara. Foram lembrados os desafios para percorrer as 47 comunidades na época e a pouca aceitação das pessoas.
Claudionor Pereira (Beirão) e Gerdeonor falaram aos jovens dos desafios e os enfretamentos, a falta de credibiliade dos moradores no processo de criação da ACORJUVE.
Gerdeonor - Em 99 quando estavam preparando a festa de fim do mundo na praia da fortaleza estavam em 04 pessoas no barco chamando Maristela que íamos levando material para o puxirum quando avistamos uma jangada carregada de pau rosa e naquela tarde tomamos uma decisão o Parú, Damião, Beirão e eu tomamos coragem e cortamos o cabo da jangada e dissemos para os trabalhadores que a jangadas estava presa, acabou o puxirum e de lá mesmo pegamos o Maristelas e o Jonas e rebocamos a jangada, voltamos pra Vila e comunicamos a Ir e perguntamos o que a gente ia fazer.
Claudionor Pereira - Éramos apenas 16 pessoas e não foi fácil. Nos anos 70 conseguiram uma maquina para o barco através de Ir. Brunildes que vez uma articulação na Alemanha com o grupo de jovens de solidariedade da sua diocese conseguiram construir o barco Jonas.
sábado, 10 de novembro de 2012
ACORJUVE INVESTE NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DOS ASSOCIADOS
Visando a melhoria da qualidade de vida de seus associados, a ACORJUVE dá início em seu primeiro projeto sustentável, promovendo capacitação e assistência técnica continuada, às comunidades do PAE JURUTI VELHO. O projeto teve iniciou no mês de julho com oficinas de capacitação na área de piscicultura, criação de galinha caipira e horticultura, hoje o projeto dispõe de uma área com produção de hortaliças e criação de galinhas na sede da entidade, e tem como meta, atender inicialmente 500 famílias da região. Neste processo de busca por melhoria de vida de seus associados a Associação, garantirá dentro do projeto, assistência técnica integral aos envolvidos bem como o suporte inicial, como a doação de pintos e alevinos. Futuramente a ACORJUVE, pretende criar uma estação de produção de alevinos e aves, para atender os produtores do assentamento.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
PROJETO COSTURANDO RELAÇÕES
as Irmãs Franciscanas de Maristela, conselheiros da região do mirim, e diretores da associação.
O momento é de alegria por concluir mais uma etapa nesta costura de dignidade e incentivo a Economia Solidária.
FINAL DA COPA DOS CAMPEÕES DA REGIÃ DE JURUTI VELHO
A ACORJUVE tem feito um trabalho de incentivo e investimento no esporte da região por acreditar, que através do esporte é possível desenvolver o trabalho em equipe, disciplinar e em particular a participação da família.
Professor Clenildo Lima um dos coordenadores fez uma avaliação positiva do campeonato, “a comissão disciplinar desempenhou seu papel com eficiência, os desafios foram superados em particular a coragem de assumir o trabalho, as comunidades das regiões mais distantes como da Valeria e do Miri estiveram participando e o incentivo da ACORJUVE vem motivando os jovens a praticar esporte, pois um dos objetivo é oportunizar o lazer para a juventude”.
Os próximos projetos da ACORJUVE na área do esporte é o campeonato futsal feminino, futebol subquinze, campeonato de máster, competição de canoagem.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
MPF PEDE SUSPERNSÃO DO LICENCIAMENTO DA USUNA SÃO LUIZ DO TAPAJÓS
O Ministério Público Federal pediu hoje à Justiça Federal de Santarém que suspenda o licenciamento da usina hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, que o governo federal pretende instalar no rio Tapajós, no oeste do Pará. O licenciamento é irregular porque foi iniciado sem a consulta prévia aos povos indígenas e ribeirinhos afetados e sem as Avaliações Ambientais Integrada e Estratégica, obrigatórias no caso porque estão previstas outras seis grandes hidrelétricas na bacia do Tapajós.
Na ação, o MPF sustenta que não apenas os povos indígenas afetados como as populações ribeirinhas precisam ser consultadas antes da tomada de decisões, protegidos que são pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, da qual o Brasil é signatário. A bacia Tapajós integra mosaicos de áreas protegidas onde se localizam inúmeros territórios indígenas e unidades de conservação de proteção integral e de uso sustentável.
“Os povos indígenas e as populações tradicionais que habitam essas áreas estão ameaçados pela implantação das usinas do Complexo Tapajós. O estado brasileiro aprovou esses empreendimentos e deu início ao licenciamento, sem consultar as populações sobre os impactos em suas vidas”, narra a a ação, assinada pelos procuradores da República Fernando Alves de Oliveira Jr, Felipe Bogado e Luiz Antônio Amorim Silva.
Para o MPF, os procedimentos de consulta prévia determinados pela Convenção 169 tem que ser feitos antes de toda e qualquer decisão que possa interferir na vida dos povos afetados. “A consulta prévia deve ser feita pelos órgãos competentes para cada medida legislativa e administrativa sujeita a afetar as comunidades e seus territórios”, dizem os procuradores. Cada ato do licenciamento autorizado isoladamente vai gerando impactos sucessivos aos povos afetados.
Em recentes reuniões com o povo Munduruku, principal atingido pelas usinas do Tapajós, lideranças denunciaram que o simples anúncio dos projetos hidrelétricos já está provocando a invasão de garimpeiros ilegais, madeireiros e grileiros em terras indígenas. O MPF também recebeu relatos revoltados de indígenas sobre pessoas entrando nas terras indígenas para fazer pesquisas sem autorização das comunidades, extraindo coisas das matas.
Ou seja, a chegada dos pesquisadores contratados pelas empreiteiras para fazer Estudos de Impacto sem nenhuma consulta já causa danos e viola os direitos indígenas. A previsão de respeito aos direitos de propriedade cultural e imaterial dos índios consta até na última portaria do governo federal sobre o tema, a portaria interministerial nº 419/2012 que proíbe, durante os estudos, “a coleta de qualquer espécie nas terras indígenas”. O Ibama, no entanto, autorizou a captura, coleta e transporte de material biológico para o EIA da usina São Luiz do Tapajós, dentro das terras indígenas e áreas de uso tradicional dos ribeirinhos, o que revolta essas populações.
“O licenciamento da usina São Luiz do Tapajós, da forma como está sendo realizado, afronta o direito dos povos localizados na área. Entre os direitos desrespeitados, não está apenas a ausência de consulta prévia aos povos indígenas, mas também a violação de áreas sagradas, relevantes para as crenças, costumes, tradições, simbologia e espiritualidade desses povos indígenas, o que é protegido constitucionalmente”, diz a ação do MPF.
Avaliações ambientais
“São Luiz do Tapajós integra um complexo de usinas (estão previstas outras seis). No entanto, não foram realizadas Avaliação Ambiental Integrada (AAI) e Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) dos impactos sinérgicos decorrentes dos empreendimentos hidrelétricos”, diz o MPF na ação judicial.
Esses dois tipos de Avaliação Ambiental estão previstos na legislação ambiental brasileira e são requisitos necessários para a autorização de vários empreendimentos em uma única bacia hidrográfica. “A ausência de estudos detalhados sobre os impactos que todas as hidrelétricas podem gerar a partir de seu funcionamento conjunto implica a incerteza quanto às consequências ambientais e sociais da implantação de tais empreendimentos, ainda mais se for considerado que tais consequências poderão ser irreversíveis”, sustenta o MPF
A ação cita acórdão do Tribunal de Contas da União que apoia o uso da Avaliação Ambiental Estratégica, tendo em vista “a pouca articulação do segmento ambiental com o segmento de planejamento, dificultando a realização de um planejamento integrado e ambientalmente sustentável; e a percepção equivocada de que só o licenciamento é suficiente para dar cabo aos problemas ambientais causados por políticas, planos e programas”
Íntegra da ação: http://www.prpa.mpf.gov.br/news/2012/arquivos/ACP%20Consulta%20Previa.pdf
TRATOR APRENDIDO PO EXTRAÇÃO ILEGAL DE MADEIRA É ROUBADO DO INCRA NO PARÁ
Segundo o Incra, seis homens invadiram fazenda e roubaram a máquina.Trator era usado para extração ilegal de madeira em reserva de Anapu.
Em uma ação violenta, um grupo de homens roubou um trator apreendido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Anapu, sudoeste paraense. As informações foram divulgadas neste domingo (30) pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Segundo o coordenador do do posto avançado do Incra em Anapu, Fagner Garcia, na última terça (25), seis homens, que chegaram de caminhão, teriam invadido a fazenda Frupasa, localizada a 40 km da Transamazônica, para onde haviam sido levados os quatro tratores apreendidos pelo Ibama em operação realizada no dia 24, na área de reserva no Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Virola-Jatobá. O grupo enfrentou o gerente da fazenda e conseguiu levar do local uma das máquinas apreendidas. "Esse fato reforça nosso temor de que o mesmo tipo de ação seja praticada para reaver as máquinas depositadas no PDS Virola-Jatobá", declara o coordenador.
As máquinas eram usadas para extração ilegal de madeira na reserva florestal. Após denúncia de agricultores assentados no PDS Virola Jatobá, o Incra identificou dezoito trabalhadores e sete tratores envolvidos na derrubata de árvores no local. O Ibama foi acionado, mas quando chegou, apenas quatro tratores estavam na área e foram recolhidos pelo órgão. De acordo os fiscais do Ibama, cerca de 300 árvores de 10 espécies diferentes teriam sido cortadas.
Entenda o caso
Anapu ficou conhecida internacionalmente pelos conflitos de terra. Em 2005, a missionária Dorothy Stang foi assassinada no município ao defender planos de manejo sustentáveis no PDS Esperança, vizinho do PDS Virola Jatobá, onde ocorreu a apreensão das máquinas pesadas.
Anapu ficou conhecida internacionalmente pelos conflitos de terra. Em 2005, a missionária Dorothy Stang foi assassinada no município ao defender planos de manejo sustentáveis no PDS Esperança, vizinho do PDS Virola Jatobá, onde ocorreu a apreensão das máquinas pesadas.
Fonte: G1-PA
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